Obstetra e a Gravidez de Risco

02 de outubro, 2019
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Uma das especializações da medicina que se dedica aos cuidados da mulher antes, durante e, também, depois do período gestacional. Para você que está pensando em seguir a especialização na área de Ginecologia e Obstetrícia, hoje falaremos um pouco sobre gravidez de risco e alguns cuidados que um médico obstetra pode ter perante este diagnóstico.

Saiba mais: Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia.

É importante começar falando que toda gravidez pode apresentar riscos. Por conta disso, qualquer sinal de que algo pode estar errado com a mãe ou com o bebê, a gravidez será classificada como de alto risco.

Caso tudo esteja aparentemente normal, a classificação recebida é de risco habitual. A classificação de alto risco pode vir por conta de vários fatores – independentemente do tamanho da gravidade – e pode ocasionar parto prematuro, interrupção da gestação, complicações para a mãe ou complicações para o bebê.

Causas

De forma resumida, os riscos na gravidez podem ocorrer por três condições gerais: doenças crônicas anteriores à gestação; gestação anterior classificada como de alto risco e condição ou doença que possa oferecer algum risco à mãe ou ao bebê identificada durante a gestação.

O que fazer?

No primeiro caso, as doenças prévias, ou identificadas durante a gravidez, podem ser várias, como Hepatite, HIV, diabetes, lúpus, dentre várias outras. Nestes casos, o médico obstetra deve acompanhar o tratamento da doença primária e se informar sobre toda e qualquer medicação para melhor adequação do pré-natal.

Caso a mãe se enquadre na condição em que já ocorreu uma gravidez de alto risco, o médico obstetra deve saber todo o histórico da paciente na gravidez anterior.

Agora, se a identificação da doença for durante a gravidez, é necessário encaminhá-la ao especialista responsável e acompanhar todo o processo de tratamento.

O parto

Existe um mito de que gravidez de alto risco, necessariamente, terminará em cesariana. Porém, quando o pré-natal é feito corretamente, controlando os fatores de risco, é perfeitamente possível que a mãe tenha um parto natural, caso deseje desta forma.

Leia também: Parto normal fortalece a saúde do bebê e tem melhor recuperação.

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