Residência em Clínica Médica: o que eu preciso saber?

14 de agosto, 2019
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Não há dúvidas de que para tornar-se médico são necessários anos de estudos e preparação. Cursar e passar pela graduação como um todo é somente uma parte do processo. Além de sempre ter de atualizar-se, após 6 anos de estudos, é de suma importância iniciar um programa de Residência Médica.

Por mais desafiador que possa ser esse processo, nós queremos ajudá-lo a entender um pouco mais sobre a Residência em Clínica Médica – uma das mais importantes atualmente. Isso porque não é segredo o grande debate a respeito da Medicina Preventiva: e a Residência pode ser a sua grande aliada.

E, claro, vale lembrar: se a sua escolha primária é uma especialidade clínica (que não seja Dermatologia ou Neurologia), você precisará fazer essa Residência, que tem duração de 2 anos.

Mas o que é a Residência em Clínica Médica?

Para leigos, é comum acreditar que, ao passar pelos 6 anos de faculdade, o médico automaticamente se torna um clínico geral – o que sabemos que é uma grande mentira. Para isso, é necessário especializar-se em Clínica Médica, que pode ser considerada uma área base da Medicina.

Ao longo da graduação, você estuda um pouco de cada área, e a Clínica Médica também segue por esse padrão – nessa Residência serão analisadas e estudadas muitas especialidades clínicas. Mas não pense que o objetivo é ser especialista em doenças de pouca complexidade ou, ainda, um conhecedor de muitas doenças.

Essa Residência vai além de realizar diagnósticos primários e encaminhar os pacientes para especialistas.

Um clínico médico deve ter conhecimento global sobre as doenças para conseguir fazer o primeiro tratamento, tendo a atenção básica como seu aliado. Apesar do encaminhamento ser parte do processo, o profissional também é responsável pela visita aos pacientes internados – esse é um dos motivos pelos quais muitos emergencistas, hoje, são médicos clínicos.

Saiba mais: Manual do Residente de Clínica Médica.

Em suma, são três grandes áreas do conhecimento:

– Prevenção

– Diagnóstico

– Tratamento

Quem se tornar especialista nessa área irá atuar, principalmente, no atendimento de doenças não cirúrgicas, como nós já comentamos, e participará ajudando em acompanhamento de pré e pós-operatório. Estará presente, em geral, em ambulatórios e consultórios, plantões e na Medicina Interna, em instituições privadas e públicas.

Mercado de trabalho

Podemos afirmar que esse profissional apresenta o maior campo de oportunidades de trabalho dentro da Medicina, justamente por ser habilitado a atender pacientes de praticamente todas as doenças, desde que não requeiram cirurgia.

Além de poder atuar em hospitais, esse profissional consegue trabalhar em outros ambientes, como escolas, quartéis da polícia militar, corpo de bombeiros etc. Além disso, há muitas vagas disponíveis em concursos públicos.

Os salários variam entre R$ 6 mil e R$ 22 mil, tendo uma média de quase R$ 13 mil. Em casos gerenciais, o salário pode ultrapassar os R$ 50 mil.

Leia mais: Quanto ganha um clínico geral?

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