Setembro Amarelo

19 de setembro, 2019
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O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Foi criado em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar a cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).

Saiba mais sobre o CVV: Centro de Valorização da vida.

Cor amarela

A cor amarela é usada para representar o mês da prevenção do suicídio por causa de Dale Emme e Darlene Emme. A ação do casal foi o início do programa de prevenção de suicídio “Fita Amarela”, ou “Yellow Ribbon” em inglês.

Em 1994, Mike Emme, de 17 anos, filho do casal, cometeu suicídio. Mike era conhecido por sua habilidade mecânica. Restaurou um Mustang 68 e o pintou de amarelo, assim passou a ser conhecido como “Mustang Mike”.

Infelizmente, as pessoas próximas do jovem não viram os sinais indicativos de suicídio e o fato chegou a ser consumado. No dia do funeral de Mike, uma cesta de cartões com fitas amarelas presas a eles estava disponível para quem quisesse pegá-los. Os 500 cartões e fitas foram feitos pelos amigos de Mike e possuíam uma mensagem: Se você precisar, peça ajuda.

Fita amarela

Os cartões se espalharam pelos Estados Unidos e a fita amarela foi escolhida como símbolo do programa que incentiva aqueles que têm pensamentos suicidas a buscar ajuda. Em 2003 a OMS instituiu o dia 10 de setembro para ser o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio, e o amarelo do Mustang de Mike foi a cor escolhida como representação.

Movimento no Brasil

Entidades do setor público e privado, universidades e até mesmo a população de forma geral se envolveram neste movimento no Brasil. Monumentos como o Cristo Redentor (RJ), o Congresso Nacional e o Palácio do Itamaraty (DF), o Estádio Beira Rio (RS) e o Elevador Lacerda (BA) participaram da campanha, adotando a cor amarela.

Falar sobre Suicídio 

Falar sobre o assunto é extremamente importante, justamente para que possamos reduzir o número de pessoas vulneráveis. Conversar, trazer o assunto à tona e fazer com que essas pessoas saibam que não estão sozinhas e que existem meios de tratar estas doenças é fundamental para evitar o número crescente de suicídios.

 

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